Treinamentos de Arthur Baratheon S.

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Mensagem por Arthur Baratheon S. em Sab Abr 28, 2012 11:33 am

Postarei meus humildes treinos aqui.
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Treino I - O terror da noite(Treino com monstro)

Mensagem por Arthur Baratheon S. em Sab Abr 28, 2012 12:47 pm

A alvorada ja havia chegado e ido. Sai do meu chalé levando apenas meu escudo de bronze simples e nada mais, prendi ele em minhas costas e começei a andar. Vislumbrei os outros chalés, o mar ao longe e a cidade mais para o lado. Então vi que as Harpias chegavam perto, se me pegassem ali, seria pego ou comido por elas. Mas, sou filho de Hermes, deus dos ladrões. Entrar e sair dos locais não era um problema para mim. Usando minhas habildades naturais, corri e me escondi atrás de uma arvore. Mas as harpias continuavam vindo e me veriam facil ou sentiriam meu cheiro. Então escalei um dos chalés e fiquei no telhado parado espiando. As harpias estavam andando a procura de alguem, ou até mesmo algo. Elas olhavam com olhos atentos, enquanto o vento varria suas penas e as deixavam mais feias ainda.
- Fiquem atentas todas vocês, se verem o monstro, prendam-no e levem-o para dentro da sela dele o mais rápido possivel. Vocês três vão para a direita, vocês para a esquerda, o resto me sigam. - disse a maior e mais gorda harpia do grupo.

Todas elas começam a ir, voando ou andando. A gorda e mais quatro foram para o sul, na direção do mar. E os dois grupos foram um para cada lado. Fiquei olhando, pensando em qual criatura teria escapado. Para terem colocado as harpias em busca dela seria uma criatura forte? Resolvi investigar.

Fiquei ali em cima parado por alguns minutos, até que elas ja haviam partido. Fui andando por entre os chalés, mas a criatura não estaria ali! Então fui na direção da floresta. Fui me esgueirando por arvores, arbustos e pedras. Até que vi algumas árvores caidas e a carcaça de um animal que não consegui distinguir. O sangue ainda escorria pelos restos do animal e ele ainda estava um pouco quente, então fora morto a pouco tempo. Empunhei meu escudo e continuei adentrando a floresta.

Até que avistei um grande animal, com duas asas, cabeça de falcão e patas frontais de falcão, e um corpo robusto de leão. Percebi então que era um grifo. Era essa a criatura que estavam procurando? Bem, se fosse ou não, ela não poderia estar ali no meio da floresta e tão proxima do acampamento. Vi então alguns cipós presos a árvores e outros no chão sem dono. Peguei três e os amarrei com nós fortes. Corri na direção do monstro com pés silenciosos. Dei um salto e cai em cima dele, rapidamente joguei as cordas ao redor do pescoço dele. Prendi com força e o monstro começou a engasgar, mas obviamente isso não seria o suficiente para mata-lo e além do mais não faria isso. Dei um chute em seu olho e ele urrou de dor. O monstro começou a pular e rodar seu corpo, tentando me jogar no chão, mas mantive meus pés e braços firmes nele e não cai. Mas subitamente ele levanta vôo. A criatura começa a cortar o ar com suas grandes asas enquanto rodopiava tentando me derrubar. Mas me mantive firme...até que ele fica de ponta cabeça e acabo escorregando de sua costa e começo a cair, mas eu paro. Meu pulso ficou preso a um dos lados do cipó, mas o cipó iria cair se não fizesse algo rápido. Prendi meu escudo em meus pés. Vislumbrei o outro lado do cipó, subindo lentamente, começei a mover meu corpo e tentar pegar ele, mas era dificil. Mas não desisti! Continuei e continuei até que segurei a ponta e me equilibrei. O Grifo viu meu feito e então começou a descer e descer. Até que meu escudo toca no solo e sou arrastado pelo chão usando-o como um skate. O grifo me levava, desviei de uma pedra, de uma árvore, de outra e outra e outra e outra... Até que vi uma grande árvore inclinada, e a frente dela via-se uma grande pedra lisa também inclinada. Pulei e cai na árvore, fui subindo e subindo, logo subi a pedra e subi e subi...até que estava no ar, saltando para cima do grifo. Cai bem no lugar aonde estivera antes. Mas agora usei meu escudo em meus pés para prender seu pescoço junto ao cipó. Puxei mais forte os cipós e acertei seu bico com o escudo num baque surdo.
- Dessa bem la na frente, caso contrário eu te mato!
O Grifo urrou e continuou a voar. Apertei ainda mais o cipó e acertei sua garganta com o escudo
- DESSA AGORA! - gritei

O monstro pareceu entender, ou ficou apavorado, logo ele começou a descer e pousou bruscamente a frente dos chalés. As harpias estavam paradas ali.
- Ali está a criatura, ele a roubou! - gritou a harpia gorda
- Não roubei nada! Capturei-a na floresta! Por que capturaria um grifo?
- Para matar os campistas! Está do lado de Cronos.
- O que? Como ousa? - pego a harpia pela garganta
- Vejam! Ele quer me matar agora!
- BASTA! - ecoou uma voz, a voz de Quiron.

Soltei a harpia e me virei para ve-lo
- Arthur, o que se passa?
- Estava andando e ouvi as harpias falando de uma criatura que escapou. Quis ajudar, fui até a floresta e encontrei esse Grifo. Capturei-o usando esses cipós e o meu escudo. E agora essa harpia aqui diz que sou um traidor e que na verdade roubei o Grifo da jaula dele!
- E isso é verdade?
- Ouviu o que eu disse? Claro que não é verdade! Ela diz que fui eu porque sou filho de Hermes!
- Você e seus irmãos não passam de ladrões baratos! - diz a harpia
- Silêncio Tarly - diz Quiron a harpia - Arthur eu acredito em você, um grifo não teria utilidade para com você. Agora vá ao seu chalé e durma! Ja passou do toque de recolher!
- Sim senhor.

E assim fui ao meu chalé. Tive de engolir a raiva e a vontade de estripar aquela harpia. Mas entrei em meu humilde quarto, cheio de novos campistas que não sabiam quem era seu pai ou mão divinos. Todos dormiam. Logo guardei meu escudo, agora todo riscado e desforme ao lado da minha espada. Troquei de roupa e adormeci facilmente.
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Re: Treinamentos de Arthur Baratheon S.

Mensagem por Hécate em Sab Abr 28, 2012 3:54 pm

Ótimo treinamento, mas pode melhorar mais um pouquinho, organizando melhor os posts na próxima vez. Tente não fazer parágrafos grandes demais.
Recompensas:
2 níveis
Armadura Completa de Bronze [Feita de Bronze Celestial. Simples, mas ótima para se usar em treinamentos e pequenas lutas e missões.]
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Re: Treinamentos de Arthur Baratheon S.

Mensagem por Arthur Baratheon S. em Sab Abr 28, 2012 5:16 pm

Treinamento II

O dia estava calmo, o sol brilhava e o vento era fraco. Um bom dia para treinar a mira no arco e flecha.
Fui até o CT na area de treinamento de arco e flecha. Havia algum ou outro semi-deus treinando, porem, todos eram péssimos! Exceto um deles, um semi-deus de cabelos louros e olhos verdes. Ele atirava flecha atrás de flecha a uma velocidade sob-humana, além de acertar todas no mesmo local no alvo: o centro. Acertava flecha dentro de flecha. Era um eximio arqueiro, sem duvida filho de Apolo. Mas não liguei para ele. Peguei um arco de madeira simples, uma aljava de couro e 10 flechas.
Fiquei a frente de um alvo, a aproximadamente 15 metros dele. Peguei uma flecha, mirei, me concentrei e atirei. A flecha acertou a borda do arco mas nem chegou a ficar preso nele. O filho de Apolo olhou o tiro e riu de mim. Senti meu sangue ferver de raiva. Mas contive a furia. Coloquei outra flecha na corda do arco, enverguei-o e atirei. A flecha atingiu a parte de dentro do alvo, mas nada demais. Deixei o orgulho de lado e me aproximei do filho de Apolo
- Ei, qual o seu nome? - digo
- John Snow - diz o garoto
- Por favor... Me ensine a atirar - digo com uma expressão piedosa.
- Tudo bem, venha aqui

Me aproximo dele com arco na mão.
- Segure o arco e a flecha com firmeza - diz ele
Faço o que ele diz
- Agora se concentre, veja o alvo, focalize o centro...
Olho para o alvo, cerro os olhos e vejo o centro. Concentro-me nele e em mais nada, logo o resto do alvo ficava embaçado, exceto o centro.
- Agora o mais importante. Você não está atirando a flecha, está atirando um pedaço de você! Seja a flecha, imagine a tragetória dela, o caminho que ela percorrerá até o alvo!
Tento me imaginar como se fosse uma flecha, não qualquer flecha, mas aquela flecha que atiraria. Imaginei-me cortando o ar ao meu redor, deslizando pelo vento usando a gravidade levitando... Até atingir o centro do alvo.
Soltei a corda, a flecha voou em uma reta, cortando o ar como eu imaginei que seria, ela atinge o alvo certeiramente no centro.
- ISSO! EU CONSEGUI - gritei - Muito obrigado!
- Que isso, continue praticando. Vou embora agora.

Ele se foi e continuei praticando por mais meia hora. Até que fiquei cansado e fui embora descansar um pouco.

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Re: Treinamentos de Arthur Baratheon S.

Mensagem por Arthur Baratheon S. em Dom Abr 29, 2012 11:19 am

Mais um belo dia no Acampamento meio-sangue. Sol fraco, nuvens boas, ao redor deveria estar chovendo um pouco, mas não no acampamento! Ali nunca chovia devido a uma proteção. Mas os ventos eram bons e cheirava a sal e água do mar. Sempre gostei do cheiro... Então decidi ir andar um pouco na areia.

Não havia ninguém ali, nem mesmo algum simples passaro. Nesse dia estava usando minha armadura, escudo e espada de bronze. Deixei a espada embainhada e o escudo preso a minhas costas. Começo a correr pela praia, o peso da armadura fortaleceria meus musculos das pernas e me tornaria mais ágil.

Fiquei ali correndo por vários metros, até quilometros. Mas meu corpo começava a ficar dolorido. Parei e fiquei sentado olhando o céu... Meu pai era Hermes, deus dos ladrões, o deus mais rápido que existe, o mensageiro dos deuses... Não poderia ficar parado, tinha que ser mais rápido e mais forte a todo custo! Tinha uma habilidade que tornava meu corpo mais leve, me dando mais agilidade.

Começei a correr novamente, bem rápido agora. Depois dava alguns saltos mortais e continuava correndo. Fiquei nisso mais de 1 hora. Depois parei e resolvi treinar um pouco com minha espada.

Desembanhei ela, o aço raspou na bainha ao sair e silvou quando atingiu o ar. Começei a cortar o ar como se tivesse alguém ali. Dei um salto como se desviasse de um golpe que viria em minhas pernas. Girei meu corpo e dei um golpe em arco de cima para baixo. Dei uma estocada de ombro e um golpe na garganta. Peguei o escudo e fingi me defender de um golpe que cortaria meu corpo. Por fim, dei uma estocada no peito do fantasma e atingi um golpe com a espada em seu coração, o matando.

Ja estava meio cansado e fui para meu quarto descansar um pouco.
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Re: Treinamentos de Arthur Baratheon S.

Mensagem por Hécate em Seg Abr 30, 2012 12:42 pm

Os treinos estão ótimos, fico feliz que seguiu minha dica, mas, ainda acho que deve melhorar um pouco mais, está muito pequeno, poderia ter sido maior, como o primeiro ><
Recompensas dos dois treinos:
3 níveis
50 dracmas
Escudo da Medusa - [Um escudo de Ouro Celestial, com o desenho da cabeça de Medusa em alto relevo. Qualquer inimigo que olhe para o escudo, fica petrificado por 3 posts. - Pode ser usado em até 2 vezes em missão.]


Última edição por Hécate em Sab Maio 05, 2012 5:47 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Treinamentos de Arthur Baratheon S.

Mensagem por Arthur Baratheon S. em Seg Abr 30, 2012 1:16 pm

O chalé estava vazio, meus irmãos e os novos semi-deuses ja haviam saido para tomar o café da manhã. Olhei no relógio e já era quase 11 horas. Não estava com pressa.
Me levantei e fui até o banheiro. Tomei um bom banho, longo e quente. Escovei meus dentes. Coloquei uma calça e tênis e me sentei na minha cama. Ainda tinha sono, mas não poderia ficar ali a tarde toda. Coloquei uma camiseta do acampamento e sai do chalé.
Fui até o refeitório, lá vi todos os campistas do acampamento. Sentei-me na mesa do meu chalé e tomei um shake de proteinas e carboidratos complexos. Depois comi duas bananas e um sanduiche de peito de frango. Por fim tomei uma boa xícara de café e me senti renovado.
A meta agora era ir ao CT para ver o que me aguardava naquele belissimo dia. Andei pelo acampamento, com o vento tocando minha pele, suave como o toque de uma garota apaixonada. Vi os campos de morango, os sátiros correndo atrás das ninfas, campistas trabalhando, treinando e brincando.
Vi que a porta da arena estava aberta, entrei lá e vi um campista lutando contra um grande minotauro. O campista era filho de Atena e não tinha arma alguma em mãos, mas o minotauro tinha um grande machado. O campista fugia dos golpes dele, mas o minotauro era rapido e acabou atingindo ele com o cabo do seu machado, fazendo o campista cair. O minotauro estava acorrentado, só por isso não matou o garoto. Dois garotos, creio que irmãos dele, tirou ele de lá. Quiron foi para o centro da arena e gritou:
- Mais alguem quer batalhar contra ele? Temos uma recompensa para o vencedor!

Batalhar contra um minotauro seria um bom treinamento, e ainda ganhar uma recompensa por isso? Não iria perder a oportunidade!
- Quiron, eu quero batalhar! - digo
- Muito bem Arthur. Venha.
- Primeiro vou me equipar - disse

Fui para o meu chalé e peguei meus equipamentos. Vesti-me com minha armadura de bronze, coloquei minhas duas espadas embainhadas nas costas em “X” e o escudo a frente delas. Voltei e lá estava o monstro me encarando com olhos ferozes com desejo de sangue. Olhei para Quiron
- Estou pronto - digo
- Então, prepara, e Lutar!

O monstro soltou um guincho extremamente alto e começou a correr em minha direção. Fiquei parado com um sorriso no rosto. Ele continuava correndo, ergueu seu machado e… Foi puxado para trás pela sua corrente. Todos os campistas que assistiam a lutam desataram a gargalhadas. Me limitei a sorrir. Ele se levantou e tentou me cortar com seu machado, dei um passo para trás e desviei. Ele começou a andar pesadamente tentando se livrar da corrente, mas ela se limitava a ficar reta e a segura-lo. Se ele fosse um monstro esperto ja teria se livrado com seu machado… Ele parou subitamente quando pensei nisso. Me olhou com olhos duvidosos, baixou o olhar para o machado e se virou para a corrente. O machado desceu e ele ficou livre.
- Droga

O Minotauro mostrou os dentes, ou sorriu não sei dizer. Logo ele correu em minha direção. O machado dele desceu em minha direção, saltei para o lado e desviei facilmente. Desembainhei minha espada de Ouro celestial e cravei-a em seu pé. O monstro urrou mais o golpe não causou muito ferimento para ele. Sorri e tirei a espada de seu pé. Corri para trás dele, o monstro ficou me procurando ainda em seu pé.
- Seu monstro idiota! - gritei - Eu to aqui atrás imbecil!

Ele se virou confuso e levantou o machado no ar. Sorri novamente e ele estremeceu, deixando o machado cair em sua cabeça e logo cair no chão. O monstro ficou tonto e caiu também.
- Espada envenenada. Veneno criado pela própria Hécate. Muito bom por sinal.

Subi em cima dele e cortei seus dois chifres. O monstro urrou. Ele se levantou e me pegou com as duas mãos. Ele começou a me apertar. Senti que minhas costelas iam quebrar se não fizesse algo. Então cravei minha espada em seu pulso. Tirei meu escudo das costas e mirei para os olhos dele. O monstro me soltou e ficou paralisado. Cai no chão em pé, devido a minhas habilidades naturais. Minhas costelas doiam muito.

Me concentrei e evoquei as forças de meu pai. Bati as mãos no chão, senti meu estômago revirar. Evoquei então Venom, uma cobra negra com escamas brilhantes. A cobra deu um bote no pulso do minotauro e o picou profundamente. O monstro nem ao menos se moveu, a paralizia ainda duraria um tempo. Cravei minha espada no chão e fiquei olhando ele. Agora ele tinha dois venenos em seu corpo. O veneno da minha espada e o veneno da minha cobra. O veneno da espada poderia mata-lo, mas demoraria um bom tempo. O da cobra não era mortal, mas faria com que ele sentisse tanta dor que imploraria por uma morte rápida.

Estralei os dedos. Me levantei e empunhei a espada novamente. O monstro se desparalizou e urrou de dor, caindo de joelhos, logo ficou de quatro com a cabeça bem ao meu lado.
- Doi não é? - sorrio - O doce veneno do Venom, misturado ao veneno mortal da Hécate. Não queria estar no seu lugar.

Subi em cima dele, perto de sua nuca
- Não vou deixa-lo sofrer muito.

Levantei a espada e a cravei em sua nuca. A lâmina saiu pela sua garganta e o monstro começou a ter convulsões e caiu no chão. Desci dele e apreciei sua morte. Soltei uma gargalhada bem alta. Olhei para onde estivera o monstro, mas agora somente restava cinzas. Peguei um de seus chifres como um prêmio e olhei para Quiron, que me olhava espantado
- Muito bem, cade minha recompensa? - pergunto
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Re: Treinamentos de Arthur Baratheon S.

Mensagem por Hécate em Seg Abr 30, 2012 1:37 pm

THIS! Agora sim, seu treino está absolutamente perfeito, era o que eu queria, parabéns q
Recompensas:
Ipod Encantado [Contém todas as músicas que gosta de ouvir e não descarrega.][Não é uma arma]{By: Hécate}
Amuleto de Ares [Feito por Hécate, Circe e outras feiticeiras, este amuleto se transforma em uma Espada de Ouro Celestial, Arco de Ferro Estígio ou uma simples Adaga de Bronze. Não é possível perde-lo, pois sempre volta ás mãos do dono.]
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Re: Treinamentos de Arthur Baratheon S.

Mensagem por Arthur Baratheon S. em Seg Abr 30, 2012 8:21 pm

Estava bastante entediado então fui procurar o que fazer.
Ja havia treinado com arco e flecha, espada e até matei um monstro. Mas não era o suficiente! Resolvi então fazer uma caçada.

Me equipei com minha bela armadura de bronze, Embainhei minhas duas espadas nas costas em “X” como de costume e o escudo sob elas. Coloquei meu Amuleto de Ares no pescoço. Por fim coloquei o fone de ouvido no meu Ipod e coloquei-o nos ouvidos. Liguei a música “People = Shit” do Slipknot. Deixei-me envolver com o ritmo da musica.

Fui diretamente a floresta, fiquei procurando e procurando por algum monstro, mas nada. Continuei a andar até que achei uma grande caverna. Ela estava incrustada com cristais azulados e uma pequena névoa cobria o lugar.
Entrei nela, com minha espada de ouro nas mãos. Não via nada de demais além dos cristais.

Ja pensava em voltar para a floresta quando vejo cascas de um grande ovo. Ao lado dele vejo um grande ninho. Fui andando agora mais atento. Vi então ossos e continuei meu caminho. A musica ja mudara, agora estava tocando “Blow me Away” do Breaking Benjamin. Começei a correr a passos silênciosos até que por fim vi uma criatura bebendo água em uma lago.

Me esquivei e me escondi atrás de uma pedra. Ela tinha três cabeças, seria um cerberu? Não, tinha pescoços longos demais e era pequena para um cão do inferno como ele. Pensei na casca dos ovos e logo percebi, era o filhote de uma hydra. Resolvi mata-la, só por diversão.

Fui me aproximando do monstro sorrateiramente, ele nem sequer me viu. Cravei minha espada em suas costas e ele sibilou e virou as cabeças. O animal me viu mas nada fez, era pequeno demais para atacar. Dei um chute em suas cabeças e dei outro golpe, agora cortando suas patas. Joguei ele no lago com os pés ele afundou e logo cinzas voltaram em seu lugar.

Me virei e começei a me dirigir para a saida. Quando de repente sou jogado longe e me choco contra uma parede. Me levanto zonzo e me viro. Uma hydra gigante estava ali, com 9 cabeças, sibilando e com odio nos olhos.
- Eu sou muito burro….

A hydra avançou e veio em minha direção. Olhei para a parede e os cristais. Então começei a correr, pulei em um cristal que saia da parede como uma lança, me segurei nele com as mãos e me joguei para o alto, caindo entre dois cristais cruzados. Saltei para um outro cristal mais alto e fiquei parado lá. Agora ja estava bem a cima do monstro e consequentemente mais seguro ali.

O monstro tentava me pegar, mas não tinha altura suficiente. Logo ela começa a bater as cabeças na parede. As cabeças eram duras, pois todos os cristais começaram a se deslocar, tremer e trincar. Tenho uma ideia. Dou um salto para cima do monstro, três cabeças tentam me morder, mas desvio-as com golpes rápidos nos dentes deles. Caio nas costas do monstro e algumas das cabeças se viram. Cravo minha espada em sua costa, na lateral. Então salto de cima do monstro, com a espada ainda enfiada nele e desco. Até que caio, havia cortado toda a sua costa até sua barriga. O monstro urra de dor e sangue, tripas e orgãos caem de dentro dele.

Uma cabeça tenta me morder, desvio facilmente e subo nela. Uma outra tenta me morder, dou um salto e paro em cima dela, e essa cabeça morde a que estava em cima. Começo a correr pelo pescoço da hydra e outra tenta me moder, dou um salto e pulo nessa. Fico parado nela, e outra cabeça tenta me morder, mas desvio e as cabeças ficam um sob a outra. Cravo minha espada nas duas cabeças juntas e elas urram de dor. Passo a mão pelo meu amuleto e o transformo em uma espada de ferro estigio. Dou um salto para as costas do animal e corto suas costas e desco cortando sua barriga, agora do outro lado.

Vou para baixo do animal e continuo cortando, até que os dois cortes se unem e a criatura se abre, deixando todos os seus orgãos cairem. Logo o animal cai e não consegue se mover, entro dentro do corpo dele e continuo cortando e cortando. Corto musculos, orgãos e ossos. Até que o animal explode em uma chuva de cinzas e sangue. Pego minha espada de ouro do lugar aonde havia ficado. Retransformo a espada de ferro em amuleto e a guardo. Por fim saio da caverna, cansado pela luta, porem, com uma sensação de glória por matar um grande monstro como aquele.

Voltei ao acampamento e fui direto ao meu chalé, lá tirei a armadura e guardei meus equipamentos. Tomei um longo banho e dormi como uma pedra.
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Re: Treinamentos de Arthur Baratheon S.

Mensagem por Arthur Baratheon S. em Ter Maio 01, 2012 10:29 am

Estava no CT quando dois filhos de Hefesto me chamaram
- Precisamos da sua ajuda para testar nossa nova invenção - disse um
- Que invenção? - perguntei
- É uma pista de corrida, com muitos obstáculos - disse o segundo
- E quem melhor que um filho de hermes pra testa-la? - disse o outro
- Tudo bem. Eu ajudarei você

Na realidade queria ver se uma pista de obstáculos poderia me impedir de ficar mais poderoso. Creio eu que não, pois se isso acontecesse… Como poderia orgulhar meu pai? Vencer uma guerra contra os titãs?
Chegamos então a uma area da floresta, com um arco de 4 metros de altura de ferro e alguns outros metais incrustados. Bem no alto lia-se “Pista de Obstáculos do Ferro velho”
- Aqui está - diz o primeiro - Bom, como está em fase experimental, vamos começar no nivel inicial.
- O nivel inicial para mim ou pro meu irmão seria…bem… mortal. Mas para você talvez não. Mas como é bem rápido, tome - ele colocou uma das mãos em sua bolsa e tirou de lá um pequeno saquinho de couro - Ai dentro tem uma pilula. Ela vai aumentar todos os seus atributos, tornando-o mais forte, rapido, agil, entre outras coisas.
- Isso ai, então, vá lá e cuidado - diz o outro - e por favor, sobreviva.

Peguei o saquinho e passei pelo arco. A principio só vi um caminho imenso de floresta, com poucas árvores, toda rodeada por uma imensa parede de espinhos de aço.
Olhei para a frente e começei a correr. Rápido como um felino, silencioso como uma sombra. Corri e corri. Derrepente vejo o primeiro obstáculo. Duas fileiras seguidas de espinhos de ferro negro e vermelho saidas do chão, atingindo a marca de 3 metros de altura. Me concentrei e aumentei a velocidade, mandei todas as minhas forças para os meus pés. Aumentei ainda mais a velocidade e dei um grande salto mortal, mesmo com minhas habilidades, por menos de 2 centimetros não bati minha cabeça em um dos espinhos. Mas consegui alcançar o outro lado, caindo em pé e com perfeição, sem parar de me mover, ja continuei correndo.
Tudo parecia tranquilo, quando subitamente, o chão das laterais começam a afundar e logo havia dois abismos, um de cada lado, com 5 metros de largura e sabe-se Deus quantos de profundidade. Agora tinha um simples caminho reto para seguir, com menos de 4 metros de largura, se me distraisse, poderia facilmente cair e morrer. Mas isso não aconteceria. Continuei correndo, atento ao solo, mas também atento a minha frente, costas e lados. Nunca se sabe que tipo de armadilhas os irmãos podem ter colocado.

Foi como se minhas suspeitas se tornassem realidade. Dois chicotes de espinhos se desprendes das laterais e veem cortando o vento em minha direção. Dou um salto e desvio de um, o outro vem em minha direção, ainda no ar. Empunho minha espada, faço meu corpo ficar em formato de uma bola, coloco a espada para baixo. O chicote bate na espada e meu corpo gira e gira no ar, nem sequer saio do lugar, somente giro. Paro de girar e caio. Continuo a correr e correr…

Após algum tempo, avistei duas grandes jaulas com vultos dentro. A medida que me aproximava, vi que eram minotauros, sedentos por sangue. Ao me verem, eles urraram e destruiram a jaula facilmente. Aonde estavam, o caminho ja estava normal. Então paro e fico no meu lugar. Olho para eles e grito
- Venham me pegar suas frutinhas

Os monstros arregalam os olhos e desatam a vir atrás de mim. Sorrio ao ver que eles realmente são tão burros. Fiquei parado olhando eles se aproximarem. Agora faltava 20 metros para chegarem perto de mim. Continuei parado….parado…15 metros….parado…10 metros…..Embainhei minha espada….5 metros…. E desatei a correr na direção deles. Cheguei a 3 metros deles, o caminho estava extremamente estreito, eles entram na reta de 4 metros quase caindo ja. Dou um grande salto para passar por cima deles, os dois tentam me pegar e um esbarra no outro, ambos caem no precipicio berrando. Caio do outro lado e continuo a correr.

Ja havia passado uma boa parte da pista, mas ainda faltava algo… Algo realmente dificil. Subitamente vi um grande dragão feito de ferro negro parado a 50 metros de mim. Atrás dele se encontrava a saida, ao redor dele, via-se imensos espinhos de ferro também negro. No teto mais espinhos. Teria de mata-lo para chegar a saida. Um dragão de ferro não poderia ser envenenado. Mas poderia ser cortado e destruido. Um monstro de ferro negro deveria ter a honra de ser destruido por ferro estígio. Fiz meu amuleto se transformar em tal material. Empunhei meu escudo da medusa e corri na direção dele, o mais rápido que pude.

O monstro simplesmente me olhou e fungou. Abriu a boca e cuspiu uma rajada de espinhos negros. Desviei de todos, mas um pegou de raspão minha perna. Paro, ainda estava a 35 metros dele, e minha perna latejava de dor. Lembrei então do saquinho que os filhos de Hefesto me deram. Abri-o e vi a pílula, era grossa, com 2 centimetros de largura. Tinha o desenho de um martelo de forja nela e atrás o desenho de um “+” . Tomei-a pura, com minha saliva somente.

A pilula começou a descer pela minha garganta, rasgando-a ao meio, ou pelo menos parecia que estava acontecendo, pois a dor era demais. Minha cabeça rodou e fiquei de joelhos no chão, meu corpo queimava como se estivesse sendo cozido em uma caldeira gigante. Todo ele tremia muito. Meu estômago embrulhou e senti como se uma faca estivesse dentro dele, me cortando. Cai de quatro e cuspi sangue.

Mas a dor começou a cessar. Senti meus musculos aumentando, do corpo todo. Me senti mais forte, revigorado. O ferimento da perna desapareceu. Senti um leve formigamento na pele. Quando olhei, uma blindagem dourada cobria minha pele inteira. Pés, pernas, abdomen, peitoral, braços, mãos, pescoço e rosto. Tudo coberto, exceto meus olhos. Mas logo uma fina película os cobriu, como um óculos. Pouco depois percebi que essa película me permitia enxergar com “Zoom”. Olhei o monstro mais de perto e mais de longe.
- MONSTRO - falei normal, mas minha voz saiu extremamente grossa e alta - Sempre quis saber se monstros de lata como você tinham coração! E hoje eu vou descobrir!

Corri na direção dele, o monstro novamente disparou uma rajada de ferros. Me movi muito mais rápido que o comum e desviei de todos facilmente. Agora ja chegava perto dele. Girei meu corpo uma, duas, três, cinco, dez, quinze, trinta, cinquenta vezes, a uma velocidade impossivel, e atirei minha espada na direção de onde seria o coração dele. Dei um salto. A espada o perfurou. Meu salto foi tão rápido que cheguei perto dele junto da espada, certamente ele viu somente um borrão, pois ainda olhava aonde eu estivera. A espada cravou-se em seu peito, segurei-a com força e a empurrei ainda mais para dentro. Minha velocidade era incrivel, me sentia poderoso, rápido, forte… Me sentia como se fosse um deus.

Dentro do animal só vi pedaços de maquinas, de ferro trabalhando para mante-lo vivo. Olhei uma caixa que estava escrito “reservatório de espinhos” Dei um soco nela, a caixa explodiu. Peguei um espinho e o atirei com força no monstro, aonde deveria ser suas costas. O espinho o perfurou e saiu do outro lado. Peguei outro espinho e refiz o processo. E continuei, continuei, continuei até que ja não havia espinhos.

Empunhei minha espada novamente e começei a cortar fios elétricos encapados, circuitos e outras coisas que se vê em máquinas. Cortei a gargante dele, de um lado ou outro. A cabeça do animal caiu e ele entrou em curto circuito. Fui correndo e cortei a base de sua cauda, abrindo uma saida. Então cheguei a saida da pista e sai dali. Vi os irmãos e eles fizeram uma série de perguntas e respondi a todas.

Fui para a enfermaria logo em seguida, a armadura tinha me servido bem na luta, mas depois, ela foi um peso para mim. Meu corpo doia todo e quase não consegui andar. Então fiquei enternado por algumas horas.
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Re: Treinamentos de Arthur Baratheon S.

Mensagem por Hécate em Qua Maio 02, 2012 6:32 pm

Como deve ter previsto, agora, que já conseguiu "ajustar" as coisas que eu pedira antes, serei mais rigorosa, principalmente com o conteúdo do post. Movimentos sempre detalhados, e evite erros ortográficos.

Recompensas:
Capa de Hécate [Uma capa raríssima, te faz invisível por um certo tempo. 2 posts por missão]
Escudo de Prata [Feito de Prata Celestial. Útil para pequenas missões e treinamentos.]
Benção de Hécate. (Não vá se achando, pois posso trocar a benção por uma maldição se eu quiser u.u)

__

Espero que continue assim.
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Re: Treinamentos de Arthur Baratheon S.

Mensagem por Arthur Baratheon S. em Sex Maio 04, 2012 9:41 am

Acordei com furia. Tive sonhos ruins, meus inimigos tentavam destruir o acampamento, meus amigos, minha familia. Resolvi ir logo explodir. Fazer um bom treino.

Fui até o CT. Montei uma pista de combate. Coloquei da seguinte forma:

___________ I I I ______________
#############################
#############################
_____I____I____I____I_________

_#_#_#_#_#_#_#_#_#_#_#_#_#_#

Legenda no final do post.

Na primeira fileira coloquei alguns quadrados de feno com espaços intercalados entre si., como obstáculos. Deixei um breve espaço e na segunda fileira coloquei 4 espantalhos, meio espalhados.
Fiz então a terceira e a quarta fileira de fenos grandes. E na ultima coloquei três espantalhos juntos, afinal, em uma guerra, seria dificil ser atacado por um só monstro ou inimigo.

Desembanhei minha espada, ela sibilou ao sair da bainha e lambeu o ar ao meu redor. Olhei para os espantalhos e falei
- É hora do pau.

Corri na direção deles. Primeiro vinha os fenos. Dei um salto e pulei em um, dei outro e pulei em outro, por fim dei um salto mortal e cai com a espada na cabeça de um dos espantalhos, arrancando ela do pescoço dele e o jogando ao solo. Rolei e fiquei atrás do outro espantalho, subi nas suas costas e cravei minha espada em seu estômago e cortei dali, até sua garganta. Então corri para a frente e empunhei meu escudo, fingindo desviar de um golpe que viria a me cortar em forma de arco de cima para baixo. Desviei-o com minha espada, desviei outro golpe vindo da direita e cortei o coração do espantalho. Mostrei o rosto da medusa para o outro e ele ficou paralizado. Então dei um salto e cortei suas pernas. Era hora dos outros. Corri e corri.

Agora vi duas fileiras de feno. Cortei alguns fenos, pulei, cortei, rolei, cortei, saltei, cortei, soquei, cortei, chutei… Até que metade das duas fileiras estavam destruidas e os três espantalhos me olhavam prontos para me atacar. Joguei o escudo na direção deles, cortando a garganta de um dos espantalhos. Dei um salto e desviei uma lâmina que viria em meu peito. Chutei a cabeça do espantalho e ele caiu. Cai ao lado dele e cravei minha lâmina em seu coração. Desvio outra lâmina que vinha de cima, outra que veio de baixo, outra do lado e outra em arco. Cortei seu braço e sua espada caiu, cravei minha lâmina bem de leve na sua garganta, e ele morreu afogado com seu próprio sangue.

O treino até fora bom. Mas ainda ansiava por sangue. Começei a andar pelo acampamento e vi duas harpias voando patrulhando o lugar. Havia passado mais tempo do que pensei, ja era 21 horas. Me escondi. Vi então a gorda harpia do meu primeiro dia no acampamento. Ela me chamou de mentiroso e ainda tentou fazer minha caveira para Quiron. Um semi-deus comum deixaria isso passar pois Quiron fora justo. Mas eu não sou um semi-deus comum! Apreciava a doce vingança, além do mais, ela renasceria em pouco tempo.

Então como também nem sou honesto, fui até a loja do acampamento, arrombei a porta e entrei ali. Peguei uma touca preta, óculos de sol também preto, um capuz e um gorro. Coloquei tudo e tapei todos os centimetros do meu rosto e começei a correr e correr a uma boa velocidade. Vejo a harpia andando em sua patrulha, com uma lança elétrica em mãos.

Dei um salto e um chute, a harpia caiu. Logo ela sibilou
- Quem diabos é você?
- Sou um justiceiro - sorrio - O justiceiro do anoitecer. E vim aqui levar sua alma
- O... Q-que?
- Isso mesmo seu monstro gordo e grotesco - sorrio friamente - Te vejo no inferno

Levanto minha espada, ela tenta me cortar com a lança, mas desvio-a com minha lâmina. Ela disparou uma rajada elétrica, o golpe usou minha espada como catalizador e atingiu meu corpo. Fora um golpe forte, mas mesmo assim não demonstrei sentimento.
- Eu ia te matar normalmente e com honra. Mas merece sofrer!

Crio 3 clones identicos a mim, usando inclusive as mesmas roupas e também a "máscara". Dois deles seguram a harpia enquanto o outro acerta a espada em sua mão, cortando-a. Subo em cima dela e passo a espada de leve pelo seu peito, abrindo sua carne. Ela quase grita, mas meus clones seguram seu bico bem fechado
- Doi não é? - sorrio friamente, mas ela não veria

Meus clones transformam o amuleto de ares em adagas e cravam na mão e pés dela. Ela chorava e sangue saia por seu corpo. Abro da mesma forma seus braços e pernas e então ela começa a babar sangue. Cravei minha espada na garganta dela e ela explodiu em cinzas. Meus clones começaram a fica invisiveis e sumiram. Ouvi um sibilo e olhei para os lados, vi que três harpias se aproximavam. Olhei para o chão e vi a lança da harpia gorda. Peguei-a e me escondi atrás de uma árvore. Logo as harpias se aproximavam mais e mais. Curvei meu corpo para trás e então atirei a lança. A arma cortou o ar ao seu redor e se prendeu no peito de uma harpia, e logo um raio elétrico percorreu seu corpo e ela explodiu. As duas foram para o solo e começaram a andar.

Coloquei minha capa de Hécate e fiquei invisivel. Corri na direção delas, a capa não me tornaria visivel para sempre. Estava a 5 metros de uma delas. Corro mais rápido e dou um salto, cravando a espada no trapézio da harpia, ela também explode. Pego a lança dela e a capa me deixa visivel novamente. A outra harpia tenta me cortar com a lança dela. Desvio-a com a lança da harpia que matei e cravo-a na coxa do monstro. Solto a eletricidade e ela treme e cai de joelhos. Pego sua lança e cravo as duas em seus ombros e solto a eletricidade novamente. O monstro cai de quatro. Cravo uma lança na espinha dela e outra na nuca. Solto a eletricidade e ela explode.

Ja havia feito muita matança por um dia. Corri para a floresta e lá me livrei da "mascara". Me sentei em uma pedra perto do lago e fiquei amolando minha espada por algum tempo. Até que o sono veio e fui para meu quarto dormir.
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Re: Treinamentos de Arthur Baratheon S.

Mensagem por Arthur Baratheon S. em Sab Maio 05, 2012 3:39 pm

Depois da minha vingança, me sentia muito melhor, mais forte, mais confiante, mais experiente em batalhas, até me sentia mais calmo, relaxado e com o coração mais, livre. Mas algo me fazia querer sentir sangue pelas minhas mãos novamente, rasgar um oponente com minha lâmina, exterminar, massacrar, destruir. Me equipei com minha armadura, espadas, escudo e a capa de hécate. Sai do meu chalé...

...e meus pés me levaram até a floresta. Ouvira falar que uma matilha de cães infernais andava destruindo árvores e matando animais que viviam ali para se alimentarem. Quiron ja havia reunido um grupo de "caçadores" para procura-los, mas nem encontraram rastros. Mas e dai? Quem sabe não encontraria? Estava sozinho, era mais rápido que todos eles, meus pés eram muito mais suaves, assim era dificil me ouvir chegar aos lugares. Portanto decidi caça-los e quem sabe conseguir um manto de pele de cão para me cobrir a noite? Minha mãe morava muito longe e nem sempre ia pra casa dela quando o verão acabava e tinha de ficar no acampamento, e fora do verão, era muito frio lá.

Estava andando a menos de uma hora quando vejo pegadas, sigo-as sorrateiramente, até que vejo um grande cão infernal levando um pedaço de veado nas bocas. Me escondo atrás de uma árvore e fico a espreita, vigiando. Outro cão se une ao primeiro e juntos levam o veado floresta a dentro. Com passos rápidos e precisos corri em alguns pontos, tive de rolar para me esconder algumas duzias de vezes, tive de escalar um monte pedregoso e até me esgueirar por dentro de dois grandes pedregulhos. Mas enfim chegamos a uma área da floresta que nunca vira.

Era uma espécia de floresta morta. Árvores mortas, pedras destruidas, sem plantação, com um rio vermelho como sangue, e muitos, mas muitos cães infernais espalhados por todos os lados. Havia no minimo 20 em um circulo em volta de vários animais mortos. O sangue dos animais se espalhavam pelo chão e encontravam o rio. Os monstros pareciam conversar, rezar, ou sabe-se lá o que estavam fazendo. Fico ali olhando-os. Logo um grande cão infernal, muito maior que os outros, e com duas tiras vermelhas saindo dos olhos e fazendo uma linha até sua calda foi no meio deles, rosnou, latiu e por fim uivou. Todos os outros entraram em coro com ele e uivaram por algum tempo.

Ao pararem, alguns começaram a comer, outros foram resolver seus assuntos e outros ficaram vagueando pela floresta vigiando. Me esgueirei por entre algumas árvores mortas, troncos mortos caidos e coloquei a capa em meu corpo, assim fiquei invisivel. Corri e corri, até me aproximar de um cão. Fui até a frente dele e me ajoelhei, o animal pareceu nem notar minha presença. Ele abriu a boca para bocejar e vi o momento certo. Embainhei minha espada e a cravei na boca do animal. A espada saiu por tra's de seu crânio e ele caiu agonizando até virar cinzas. Retirei minha espada de sua boca e fui andando calmamente, agora sem a capa. Vi três caes se banqueteando com um pedaço de animal, estavam afastados dos outros. Vesti a capa novamente e criei meus três clones. Cada um deles pulou em um cão e cravou a espada na nuca do animal, fazendo a lâmina sair por suas gargantas e eles virarem cinzas. Ja foram quatro, faltava ainda 16. Mando os três irem atrás dos demais cães, com cuidado para não serem vistos.

Subitamente escutei um uivo muito alto, seguido por outro. Escutei um grunhido e o grito de um humano. Seria um de meus clones? Fora pego pelos cães? Quatro cães cairam ao meu redor e rosnaram para mim. Isso queria dizer que sim, viram um, ou até mesmo os três clones, e o uivo foi um aviso, que ali havia intrusos. Empunho meu escudo de medusa, me abaixo e giro meu corpo em 360° graus, como um peão, bem rápido. Os monstros ficam paralizados. Rasgo-os com minha espada de ouro celestial e eles viram pó. Começo a correr para a saida, mas dois cães pulam na frente dela. Olho-os nos olhos. Atiro meu escudo no focinho de um deles, e ele se choca contra a pedra gigante com força. Dou um salto e o outro também, ouro celestial se choca contra dentes. Caio no chão com ele em cima de mim, e minha espada em sua boca, enquanto eu segurava o cabo e a ponta da espada. Consigo contrair minhas pernas e dar um chute no estômago do animal, fazendo-o voar para cima, não mais que um metro. Fico de joelhos rápidamente e levanto minha espada. O animal cai com o coração bem no gume da lâmina e explode em cinzas. O outro vinha em minha direção com a boca aberta para me morder, quando uma espada corta sua garganta e ele morre afogado com o próprio sangue.

Meu clone me salvara, ele estava todo cheio de ferimentos, com a roupa toda rasgada.

Vi mais nove vindo em nossa direção. Corro na direção deles, com meu clone do lado, empunhando a espada de Ouro Celestial envenenada e na outra mão, uma espada de Bronze. Os monstros continuavam a vir depressa. Dou um salto e corto a cabeça de um. Enquanto ele corta o estômago e por fim o crânio do outro. Dou um salto mortal para frente e corto outro, da cabeça até a base da cauda, o fazendo cair e agonizar. Meu clone corta um, enfiando as duas espadas no crânio do animal, uma de cada lado. Mas outro pula em suas costas e o morde no pescoço. Ele larga as espadas e tenta pegar o animal. Logo ele consegue, porem, o animal era grande e pesado demais para que ele o jogasse longe. Meu clone pega seu amuleto de Ares e o transforma em uma adaga, logo se vira e a crava no olho no animal. O monstro cai e meu clone também, muito sangue escorria da mordida. Ele me olha nos olhos e diz
- Mate-os. Por mim

Era estranho isso, iria matar os cães por ele...ou melhor, por mim mesmo... Mas aquilo me enxeu de raiva. Não consegui mais pensar naquele momento, só girava, cortava, empurrava, chutava, defendia, cortava, pulava, cortava, rolava e cortava. Quando percebi, todos os cães estavam mortos. Estava com a conhecida "febre de batalha". Essa "febre" ocorre quando vê um amigo caindo em batalha e quando você mata muitos inimigos, você não raciocina, somente...mata. Você fica mais forte, rapido e mortal, mas dura pouco. Cai sob um joelho e cravei a espada no chão pra dar apoio. Ofegava muito, teria de descansar logo.

Ouço um uivo, e por instinto levanto a cabeça. Vejo o cão grande com as duas linhas vermelhas em cima de um monte. Seria ele o lider dos outros? O animal pula em minha direção, consigo desviar-me do caminho dele e o atingir com a lâmina, mas o golpe pareceu não ter muito efeito. Ele olhou para mim com olhos famintos e rosnou. Ele deu um salto e me atingiu bem no peito com a cabeça, rolei no chão e minha espada ficou para trás. Vejo um vulto sob meu corpo e o animal me morde no braço. Urro de dor. Lembro do que o meu clone fizera contra o ultimo cão. Dou um puxão no meu Amuleto de Ares e o transformo em adaga. Cravo-a no olho direito do animal e a movo até o esquerdo, ainda dentro de si. O animal urra e me solta, indo para trás, batendo com as patas nos olhos, enquanto sangue esguichava do local. Meu braço também sangrava, e doia muito. Me concentrei e evoquei os poderes herdados de meu pai. Dei um soco no chão e logo Venom, a cobra negra, saiu de debaixo dos pés do cão, prendeu-o enronlando-se nas patas dele, o fazendo cair. Venom pica a nuca do cão e ele urra de dor novamente. Porem, ele se liberta e rasga ela com uma mordida.

O cão urrava baixo, parecia até pedir por misericórdia. Mas ele havia me ferido, matado minha Venom. Senti meu corpo latejando e meu estômago embrulhado, estava prestes a vomitar. Me levanto e pego minha espada de ouro do chão. Chuto o monstro e abro seu estômago, retiro seu couro com ele ainda vivo e pego-o, estava sujo e cheio de sangue, porem, com uma raspagem e uma lavada, poderia me ser útil. Então resolvo deixar ele ali, a mercer dos deuses. Estava envenenado, ferido e sem pelagem. Morreria em breve se os deuses fossem piedosos, pois pelo contrário, seria comido por algum monstro, ou morto com emorragias, envenenamento e até mesmo doenças. Me concentrei e consegui evocar dois clones. Quase desmaiei pelo esforço, pedi para que levassem a mim e ao couro para onde Quiron estivesse...


Depois de algum bom tempo chegamos a frente dos chalés e lá estava ele.
- Quiron - diz meu clone - Eu matei os cães que estavam infernizando o acampamento.
- E aqui está a prova - diz o outro, entregando-lhe o couro do cão - Esse era o lider, agora vamos para o médico, digo, ele. O cão o feriu muito, e o esforço também.


Dois semi-deuses me levaram para a enfermaria, enquanto os meus clones contava a Quiron o que aconteceu na floresta. Depois disso, adormeci...


P.S: Por favor, o deus que avaliar o treino, faça o favor de avaliar o de cima também! Obrigado
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Mensagem por Hécate em Sab Maio 05, 2012 5:49 pm

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